Quem sou eu

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Professora de ensino fundamental,médio e superior, atuando nas áreas de Letras e Pedagogia.Especialista em Literatura, Design Instrucional para EaD, Mestre em Educação pela UnB quando discutiu a gestão da rede pública de ensino do Distrito Federal numa perspectiva multirreferencial.Nos últimos cinco anos vem atuando no Ensino a distância na formação de professores junto ao SESI,ESAF, UAB,UnB, SEDF e atualmente na Universidade Católica Virtual. Fora desse perfil acadêmico, é baiana de nascimento e identidade,mãe de dois adolescentes,adora viajar,caminhar sem destino,conversar com adolescentes e crianças,além de navegar a ermo na internet para orientar seus alunos em novas pesquisas e viver a vida intensamente,mas sempre à espreita.

Sente conosco,vamos tomar um cafezinho ou chá?

Vamos fazer desse espaço uma gostosa varanda,com espaço e calor humano para juntos trocarmos idéias?
Seja bem vindo(a)!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Escola de Governo do Distrito Federal

Nos idos de fevereiro de 2011 recebi a tarefa de coordenar a área de Educação a Distância da Escola de Governo do Distrito Federal, desenvolvendo projetos de formação continuada para os servidores públicos da capital da República.
Tarefa para muitos anos de trabalho e dedicação. Quem me conhece profissionalmente,sabe o quanto gosto de ter prazer em tudo que faço.
Daí nasceu o curso-piloto de formação de formadores para incentivar a docência entre os profissionais da escola. Para concretizar este deleite, abrimos um curso semipresencial para este fim.
Como atividade avaliativa do curso foi proposto o desenvolvimento de um memorial eletrônico desenvolvido no ambiente de um BLOG.
Este processo está em andamento e estamos acompanhando a construção dos memoriais dos cursistas. Eis os links para quem quiser degustar:

http://eadegov.blogspot.com
http://hermanaraab.blogspot.com
http://fatimaelice.blogspot.com
http://montew.blogspot.com
http://memorialjoanaeluciana.blogspot.com
http://magelke.blogspot.com
http://magalbuq.blogspot.com
http://gasparottosorice.blogspot.com
http://luciano-ivo.blogspot.com
http://keleejulio.blogspot.com
http://formadoresvpl.blogspot.com/
http://rodrigofenixx.blogspot.com/
http://iedaelaine.blogspot.com/
http://julianazenon.blogspot.com

domingo, 9 de janeiro de 2011

Vale a pena ler e discutir:

Doenças cardiovasculares - prevenção e compreensão: é questão de gênero?

Elsimar M. Coutinho
Presidente

Apesar do sexo envolver todos os sentidos na maioria dos animais, os odores que emanam dos parceiros atuam como sinalizadores químicos que permitem identificar não somente a presença dos indivíduos do sexo oposto nas redondezas como a sua localização. Como os odores característicos das fêmeas das diversas espécies são mais intensos no período da ovulação, a presença de uma fêmea que se encontre nessa fase é percebida a distancias maiores, alcançando e atraindo assim um número maior de machos. Nos mamíferos, os odores que emanam das fêmeas são fundamentais, pondo em dúvida a afirmativa do poeta que pede perdão às feias ao propor a beleza como fundamental. Na realidade a anatomia responsável pela beleza por si só não conduz ao sexo se o odor não for adequado. Nos animais domésticos e nos primatas subumanos que praticam o sexo à vista de todos pode ser constatada essa verdade biológica. O cão se aproxima de uma cadela e com o seu focinho cheira o corpo da fêmea em toda a sua extensão. Depois de cheirar-la, o cão toma uma de duas alternativas de ação. Ou vai embora ou tenta copular. Se o cão vai embora, distanciando-se, indiferente àquela cuja anatomia e leve odor a identificam como fêmea da sua espécie é porque ao cheirar-la nada lhe aconteceu. Se, entretanto, após a cheirada, o seu pênis sofreu vasodilatação e desenvolveu uma ereção, ele tenta esfregá-lo no corpo da cadela, porque o pênis ereto provoca comichão. Ao apoiar as pernas dianteiras nas costas da cadela, ela faz uma corcova e levanta a cauda (fenômeno que só ocorre no pico estrogênico durante a ovulação). Para o cão (ou para o gato) a beleza está longe de ser fundamental. Gata sem cheiro de gata ou cadela com um odor exótico, por mais linda que seja aos olhos dos seus parceiros quando os atraem pela anatomia se revelam propaganda enganosa na hora da prova.

Ainda mais importante para o homem porque mais próximos antropologicamente estão os primatas subumanos cujo comportamento sexual é mais ou menos intermediário entre aquele dos quadrúpedes e os seres humanos. Os machos de espécies como o chimpanzé e o gorila preferem se masturbar a copular com uma fêmea que não esteja no cio e por mais bela que seja aos seus olhos. Através do estímulo manual, o macho consegue uma ereção melhor do que se esfregando numa fêmea sem o mágico cheiro de macaca no cio. Quando uma chimpanzé entra no cio todos os machos a procuram para copular.

Os estímulos quimio-sensoriais que governam as relações entre os indivíduos da mesma espécie começam a atuar sobre os receptores olfativos e gustativos do feto humano entre quatro e seis meses da gravidez quando o liquido amniótico começa a fluir livremente por via nasal. Os estímulos variam de acordo com a alimentação da mãe cujo líquido amniótico é exclusivo e terá odores e gostos específicos para cada indivíduo, permitindo não somente a identificação como a afinidade entre mãe e filho. Durante o nascimento, os milhares de receptores na mucosa nasal e no órgão vomeronasal são expostos de maneira intensa aos componentes das secreções vaginais da mãe que se encontra sob forte influência estrogênica indispensável para iniciar e sustentar a atividade contrátil do útero. A exposição dos receptores nos momentos iniciais da vida imprime de modo indelével as características odoríferas da vagina materna nas narinas do filho de tal forma que para o resto da vida o indivíduo é atraído para os corpos dos quais emanem os referidos odores que caracterizam o “cheiro de mulher”. A intensidade do “cheiro de mulher” aumenta sob a influência dos estrogênios e é por isso que alcançam o seu pico durante o período peri-ovulatório e durante o período expulsivo do trabalho de parto quando cessa o efeito bloqueador da progesterona (progesterone block). Na menopausa, quando os estrogênios ficam muito baixos, a vagina fica desprovida de secreções e conseqüentemente do seu cheiro. Nesse caso a reposição hormonal com estrogênios e testosterona devolve tanto as secreções quanto o odor característico da vagina normal.

A testosterona é transformada no corpo da mulher em estradiol graças à ação da aromatase. Os níveis de testosterona são cerca de dez vezes mais baixos na mulher do que no homem, mas, apesar disso, a testosterona também colabora para o “cheiro de mulher”.

O cheiro de homem, ao contrário do cheiro de mulher, não atrai a mulher para ele, mas aumenta a receptividade da fêmea à aproximação e penetração pelo macho. No homem, os níveis elevados de testosterona, resultantes da percepção da proximidade da fêmea, aumentam a sua agressividade e sua aptidão para a cópula. Ereções mais rápidas e mais firmes se desenvolvem em machos que aumentam seus níveis de testosterona na presença de uma fêmea estrogenizada. As ereções espontâneas que ocorrem nas primeiras horas da manhã também coincidem como o pico diário da testosterona.

As emanações estrogênio dependentes que despertam o desejo do homem podem ser reduzidas e até eliminadas por excesso de higiene íntima, banhos repetidos, desodorantes e perfumes exóticos, razão pela qual devem ter o seu uso eliminado quando a mulher quer despertar o desejo do homem.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

É preciso de fato mergulhar no livro!!

Vejam esse artigo:

Da capa
para dentro do livro
estratégias para enredar
o leitor na história...

Peter O'Sagae
Mestre em Letras pela
Universidade de São Paulo (USP)



Tem coisas que descobrimos aos poucos — e isso é bom, porque é garantia que vamos continuar aprendendo... mas tem coisas que aprendemos tão rapidamente que até mesmo se torna complicado para descobrir o que fizemos para fazer tudo o que fazemos! E com a leitura também acontece assim. Um dos objetivos da nossa oficina é, então, tentar driblar o tempo, congelá-lo, quem sabe fotografá-lo, para entender o que vai acontecendo quando estamos soltos, lendo um texto.
Esse exercício nasceu de minhas experiências, como professor de literatura infantil e de metodologia do ensino de língua portuguesa, e como leitor dessa mesma literatura e de algumas teorias que existem por aí — como um leitor que se sente participativo, responsável pela construção de sentidos de um texto, um co-autor. Quem pensa tudo isso, poeticamente melhor do que eu, é Bartolomeu Campos Queirós (1999):
« Fundamental, ao pretender ensinar a leitura, é convocar o homem para tomar da sua palavra. Ter a palavra é, antes de tudo, munir-se para fazer-se menos indecifrável. Ler é cuidar-se, rompendo com as grades do isolamento. Ler é evadir-se com o outro, sem contudo perder-se nas várias faces da palavra. Ler é encantar-se com as diferenças. »
Ensinar e aprender a leitura, a gente aprende e ensina toda vez que nos encontramos com a diversidade de textos que existem ou — como educadores — ao promovermos o "abraço" da criança com o texto.
Embora ninguém vá suspeitar que os olhares não sejam, aqui, para o próprio texto de literatura para crianças, é bom lembrarmos da variedade existente de textos não literários, às vezes classificados como utilitários: outros textos de circulação social, como o panfleto e o anúncio publicitário de rádio, televisão e revista; a notícia e a reportagem do jornal; tabelas e listas enumerativas; o bilhete, a carta e o ofício das tramas epistolares; receitas e regras de jogos da tipologia instrucional; mais os informativos por natureza, como o verbete do dicionário, de enciclopédia, artigos de revista especializada em um assunto, os velhos didáticos também. São todos textos que se escreve e se lê, que pedem aproximação e um abraço específicos, bem como a literatura. Hoje vivemos sob o signo (e o sonho) do letramento.
Vamos pensar leitura enquanto prática de interação através da linguagem, uma construção de sentidos que vai sendo erguida e confirmada, ao longo do próprio processo de descortinar e desvendar o texto — e que seja, de preferência, uma prática de colaboração participativa, um jogo entre adultos e crianças, em sessões de leitura compartilhada.
Nessas ocasiões, certas estratégias de leitura entram em ação, pelas mãos, olhos e bocas do professor e do aluno, "denunciando" até mesmo como cada participante fez e faz para alcançar a compreensão do texto... Além de compreender o que diz e como diz o texto, a criança aprende, exercita e revisa suas próprias estratégias de leitura, quando entra na brincadeira. O encontro com o livro, para abraçar a literatura, pode ser pensado e dividido em três momentos, contínuos e sem interrupção: pré-leitura, leitura e pós-leitura, sempre em uma atmosfera afetiva e efetiva — quando nos ocupamos com a formação do leitor — e de nós mesmos. Bem seja, diz Marisa Lajolo (2001) que,
« ... como você já sabe, a escola não pode contentar-se com uma leitura mecânica e desestimulante. A escola pode e precisa comprometer-se com muito mais do que isso. Ela pode e precisa comprometer-se com uma leitura abrangente, crítica, inventiva. Só assim estará ensinando seus alunos a usar a leitura e os livros para viver melhor. »
De todo esse circuito, nossa oficina enfoca boa parcela de estratégias de leitura, mas concentradas sobre a leitura de capa de livros para crianças — estaremos, assim, refletindo a pré-leitura do texto literário, buscando caminhos e preparando condições para a recepção da literatura.

O que é ler?

Essa é a primeira pergunta-desafio para todos nós educadores/leitores que desejamos conduzir a criança na aventura da leitura. Encontrei uma resposta (aposto que existem outras mais...), na época em que trabalhei junto do Instituto Qualidade no Ensino. Transcrevo, compartilho:
« Ler é sempre uma atividade complexa, pois envolve a conjugação de uma grande variedade de ações, admitindo até mesmo a interferência de atividades não propriamente específicas do ato de ler, mas que estão implicadas toda vez que se usa a linguagem. Atividade de conhecimento por excelência e condição para o trabalho intelectual, a leitura é processo de compreensão multi-facetado, multi-dimensionado, envolvendo diversas operações, como: percepção, decodificação e processamento de informações, memória, predição (antecipação), inferência, dedução, evocação, analogia, síntese, análise, avaliação e interpretação. Portanto, saber ler não é apenas conseguir decodificar, "traduzir" automaticamente um conjunto de sinais, mas mobilizar um conjunto de estratégias, fazendo interagir diversos níveis de conhecimento, para construir significados. »
Essa definição tem me acompanhado, partindo de um referencial cognitivista de aprendizagem. Estratégias de leitura são ações que os leitores desenvolvem — e, por força do hábito pedagógico que também trago na bagagem, essas ações correspondem aos objetivos a serem alcançados e cumpridos pelas crianças, em termos de habilidades, nas atividades em sala de aula... Porém, que a seriedade da pauta escolar não comprometa o prazer próprio da leitura literária. Ler é fazer, e mais: é fazer-se. Outra vez, a voz de Bartolomeu Campos Queirós (1999) alinhava meus pensamentos, ao afirmar que « A leitura acorda no sujeito dizeres insuspeitados enquanto redimensiona seus entendimentos. »
Redimensionar o humano — eis o projeto da leitura! Como administrar as ações, nosso desafio... mas antes de parecer um receituário, rígido em regras, gostaria de oferecer pontos de reflexão sobre a prática de leitura que promovemos na escola.
  • Como acompanhamos o aprendizado e o encantamento da criança?
  • O quanto permitimos a ela sair da esfera de reprodução da linguagem, esbaldando-se com a alegria de uma razão aventureira, produzindo sentidos, por entre textos e livros?
  • De que maneira, laçar as vozes dos leitores co-autores para que todos sejam ouvidos e envolvidos pela leitura e pelos diálogos que se articulam, antes, durante e depois dos encontros com o texto?
É importante que o professor leitor e formador de leitores instrua, oriente e dirija uma sessão de leitura compartilhada; que se sinta livre e seguro ao explicar como conseguiu construir sua própria leitura, apontando as pistas que foi juntando e, quanto mais solicitado, demonstrando e exemplificando o seu jeito de jogar com o texto — bem como saiba dar oportunidade para a criança exercitar suas estratégias de interpretação e falar sobre elas --, ao monitorar as jogadas e passes livres dos alunos, negociando os sentidos, conduzindo breves atividades de releitura para a confirmação do que foi anteriormente estimado. É essencial, entre os participantes, circular uma variedade de perguntas — questionamento e não questionário: que a dúvida do adulto seja a resposta da criança, e vice-versa, fazendo viver e reviver uma elaboração criativa de abordagens e aproximações com o texto...

O livro na capa?
 Construir Notícias Nº 21   Ano 4 - Março/Abril 2005

Já dissemos que a leitura da capa do livro é uma pré-leitura do texto e, por isso mesmo, não é uma atividade que tenha fim em si mesma, nem poderá substituir a leitura literária propriamente dita. Também não é um exercício a ser realizado a todo momento, com todos os livros que serão divididos em uma leitura compartilhada. Se favorece a aprendizagem da criança, quanto ao domínio das estratégias de leitura, estas ações reciprocamente deverão favorecer outras aprendizagens textuais.
Vamos pensar a leitura de capa como missão de espionagem, onde o leitor/espião busca intuir relações de coerência do texto que virá.
Assim, o título de um livro e a imagem da capa passam a compor um jogo — a leitura articula-se no desvelamento de senhas verbais, pistas visuais... Nesse processo de interação com o objeto-livro, abre-se um horizonte de expectativas em relação à história que vamos encontrar logo mais... de tal modo, a leitura de capa exige um olhar desperto e inquieto, dado à própria fantasia e raciocínio lógicos. É, por isso, um exercício de percepção, curiosidade, imaginação sobre o material da capa - onde o leitor não pode trapacear consigo mesmo, mas permitir que dúvidas, perguntas, certezas e apostas surjam, sem ceder à vontade de entrar no livro apressadamente. As pistas, isoladamente, já compõe um conjunto de significados que, ao serem somados, justapostos, confrontados pela fricção das possibilidades combinatórias, começam a produzir razões cintilantes, descobertas pela intuição, à espera de confirmação.
Título e imagem dialogam. Mas podem ser segmentados, analisados em separado, em um momento, para serem sobrepostos, em outro.
O título é nossa senha verbal, poderá ajudar tanto a revelar a imagem que se vê, quanto a história que se desconhece, até então. Operar sobre ele é proceder uma rápida e ágil atividade de análise lingüística ou de epilinguagem, quando se busca interpretar o significado mais literal ou sua ambigüidade, o quanto há de sentido fechado ou traços incompletos para o leitor preencher, atualizá-lo, correlacioná-los com outros títulos, textos, experiências vividas.
A imagem, igualmente, pode estar pronta e acabada, em plena consonância com o título, quer reproduzindo-o sem espaços generosos para uma visitação, quer tentando explicitá-lo como sempre ocorre quando é intencional levar o leitor a um gesto associativo direto, entre o texto e a imagem. Bem melhor, é quando a ilustração da capa, à primeira vista, intriga o leitor, provoca-lhe um estranhamento, seja na esfera da representação, flagrando uma cena incomum, não rotineira, enigmática, prenhe de sugestões, sobre o que acontecera pouco antes, ou de expectativas, sobre o que aconteceria em sua seqüência; seja também em sua natureza plástica, a presença admirável da técnica.
Respeitando sempre as características e as configurações de linguagem presentes em cada exemplar da literatura para crianças, é importante que o professor crie condições favoráveis para a criança fazer-aprender-refazer o processo da leitura que se tece... Toda obra, pensada como um todo significativo, sempre revela uma intencionalidade comunicativa e estética — e esta pode vir muito bem expressa em sua capa, sintetizando os principais aspectos da narrativa que o livro transporta, ao mesmo tempo que tenta fisgar o leitor para sua leitura...
Mas também deve ser dito: nem toda capa produz boas leituras — coisa que não depende totalmente do livro, nem compromete a qualidade do texto que contém, nem a invenção do ilustrador. Descobrir a boa leitura ou as possibilidades dela acontecer é outro jogo: ao selecionar uma obra, o professor deve ser apenas leitor, pesquisador e espião.
Que o jogo-leitura de capa seja uma aventura rumo à obra, uma leitura a quatro mãos — ou dez, treze, vinte mãos, olhos, bocas... que faça brotar cumplicidades, leituras em co-autoria. Esta seria a conduta e a condição para que todos, crianças e adultos, desenvolvam habilidades e estratégias de leitura, como saber inferir relações, levantar hipóteses, antecipar acontecimentos, evocar outros textos de sua bagagem literária, explicitar as marcas e deduzir o obscuro, intuir sentidos, entrelaçar conhecimentos... adiante, o projeto humano: o leitor proficiente.



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

:: Comprehension. In: THE PARTNERSHIP FOR READING: bringing scientif evidence to learning. Questions about reading instruction. Capturado em 13 de out. 2002. Online. Disponível na Internet. :: CUNHA, Maria Zilda da. Matrizes de linguagem e pensamento na literatura infantil e juvenil: a tessitura dos signos em obras de Angela Lago e Octaviano Correia. São Paulo, 2002. Tese (Doutorado em Letras) - ECLLP, FFLCH/USP, 2002. :: INSTITUTO QUALIDADE NO ENSINO. Kit Escola. Sessão 18 - Processos de leitura: 1a à 4a série. Formação Continuada em Serviço de Língua Portuguesa. São Paulo: IQE. :: GÓES, Lúcia Pimentel. Olhar de descoberta. São Paulo: Mercuryo, 1996. :: LAJOLO, Marisa et al. O professor - leitor e formador de leitores. In: BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Histórias e histórias: guia do usuário do Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE 99: literatura infanto-juvenil. Brasília: MEC, 2001. :: PALO, Maria José, OLIVEIRA, Maria Rosa. Literatura infantil: voz de criança. 3.ed. São Paulo: Ática, 1998. :: QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. O livro é passaporte, é bilhete de partida. In: PRADO, Jason, CONDINI, Paulo (orgs.). A formação do leitor: pontos de vista. Rio de Janeiro: Argus, 1999. Capturado em 20 de set. 1999. Online. Disponível na Internet. :: RODARI, Gianni. Gramática da fantasia. trad. Antonio Negrini. São Paulo: Summus, 1982. :: SANTAELLA, Lúcia. A leitura fora do livro. In: POESIA INTERSIGNOS. Capturado em 20 de set. 1999. Online. Disponível na Internet. :: SOARES, Magda Becker. Letramento/alfabetismo. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, n. 10, jul. 1996.

Dobras da Leitura
Ano IV - N.º 14 - mai.jun. 2003
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